

“Se alguém me perguntar de você, eu vou dizer que não sou muito de falar, mas você me faz cuspir tudinho. Vou dizer que você faz parte do meu mundo e que é uma parte indispensável dele ouso dizer. Vou dizer que seu abraço cura, e que o seu toque sossega tudo em mim. Se alguém me perguntar de você, vou dizer que eu começo e você termina, seja num riso, numa frase, somos singular, somos sintonia. Vou dizer que somos juntinhos, somos grudados, somos aconchego, somos abraço apertado. Se alguém me perguntar de você, vou dizer que se eu sou o navio você é o cais, e que lar e o seu abraço são sinônimos no meu dicionário. Vou dizer que você é meu par nessa de acreditar que o amanhã pode ser melhor e mesmo que não seja, nós damos “nosso jeitinho”. Se me perguntarem quem é você eu vou dizer que é a minha âncora, vou dizer que é meu porto seguro, e que depois de você, eu nunca mais tive medo de tempestade, nunca mais tive medo do mar.”— Nanda Marques
“Mudei. Mudei muito. Às vezes sinto a minha falta. Mas outras vezes acho que foi um alívio.”— Caio Fernando Abreu.
“Fico tão confusa pela quantidade de coisas que tenho de considerar que não sei se choro, ou se rio, depende do meu humor. Depois durmo com a sensação estranha de que quero ser diferente do que sou, ou de que sou diferente do que quero ser, ou talvez de me comportar diferente do que sou ou do que quero ser.”— Anne Frank.
“Ás vezes não há nenhum aviso. As coisas acontecem em segundos. Tudo muda. Você está vivo. Você está morto. E as coisas continuam. Somos finos como papel.”— Charles Bukowski.
“Sofro por antecipação, morro antes de levar o tiro.”— Caio Augusto Leite.